Tragédia no Rio reacende atenção à manutenção predial

Por Algás,

ALGÁSO desabamento dos três prédios no Centro da cidade do Rio de Janeiro fez reacender a preocupação quanto à manutenção dos edifícios. Seja recém-construído ou existente há muitos anos, os prédios precisam passar por manutenções periódicas a fim de verificar questões quanto a estrutura do edifício, instalações elétricas, hidráulicas e de gás.

Além do próprio síndico, os condôminos também precisam atentar para as reformas efetuadas em seus apartamentos ou salas comerciais, cujas obras devem possuir o acompanhamento de um profissional habilitado, onde não é permitida nenhuma mudança estrutural.

O desgaste natural também precisa ser levado em conta, principalmente em cidades litorâneas como Maceió, onde a maresia representa uma alta agressividade. “Há um desgaste natural das características primárias do prédio, inclusive, cada área do edifício possui um tempo específico de desgaste, o que requer uma análise contínua e global de manutenção”, afirma o engenheiro civil Joaquim Fidelis.

As instalações hidráulicas, elétricas e de gás também precisam ser analisadas periodicamente, bem como necessitam da análise prévia de um especialista quando da mudança ou extensão de suas redes. Em Alagoas, especificamente com relação às instalações de gás, a Algás – Gás de Alagoas S.A. concede consultoria gratuita para qualquer alteração no projeto de gás canalizado de edifícios, casas ou estabelecimentos comerciais.

Entre em contato com a Algás pelo SAC 0800 284 9220 e solicite uma consultoria gratuita

Eduardo Lucena, Gerente de Serviços ao Cliente da Algás, reforça a importância do contato prévio e informa que “a Algás, por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente, dá todo o suporte necessário a qualquer reforma que implique em alteração do ponto de gás ou inclusão de novos equipamentos à rede existente”.

Tanto os atuais clientes da companhia de gás natural de Alagoas, quanto aqueles que desejam utilizar o gás natural, podem contatar a Algás e solicitar a consultoria gratuita pelo SAC 0800 284 9220 ou pelo www.algas.com.br.

União por política para o gás

Por Algás,


De olho na rodada de renovação dos contratos de suprimento entre a Petrobras e as distribuidoras de gás natural, prevista para este ano, o Fórum Nacional de Secretários de Estado para Assuntos de Energia (FNSE) criou, no final de 2011, um grupo de trabalho para elaborar uma Política para o Preço do Gás Natural no Brasil. Presidente da Algás e vice-presidente de Planejamento Energético do FNSE, Geoberto Espírito Santo, conversa com o EnergiaHoje sobre o que o GT vem discutindo em torno da proposta de política que deverá ser apresentada até março ao MME.


Geoberto Espírito Santo - Diretor Presidente da AlgásQual a agenda de trabalho do GT?

Vamos preparar um conteúdo que alinhe mais ou menos a posição de todos os parceiros colaboradores (estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Alagoas e associações de classe, como Abegás, Abraget e Abrace), que será apresentado em reunião do FNSE para o aval dos demais estados. É importante que o conteúdo desse documento seja referendado por todos os governadores, para que possa ter maior respaldo político. Vamos analisar também a necessidade de discussão desses resultados com a Petrobras e a oportunidade de entregar o documento ao Ministro Édison Lobão. O Presidente do fórum, José Aníbal, também estaria à frente de uma apresentação das propostas do FNSE à Comissão de Minas e Energia, da Câmara dos Deputados, e à Comissão de Infraestrutura, do Senado Federal.

Qual o principal ponto a ser discutido?
Para início dos nossos trabalhos, definimos que nosso foco estratégico seria o preço de suprimento, uma vez que o preço ao consumidor final chega com ICMS, que varia de estado para estado, assim como varia a margem bruta que é praticada por cada uma das distribuidoras locais. Hoje, temos um mercado aberto com preços livres, exercido pelo monopólio de fato da Petrobras.

E o que precisa ser revisto no mercado?
Vários contratos da Petrobras com as distribuidoras têm vigência até 2012 e é hora de negociar a ampliação do consumo, a tarifa fixa de transporte e a redução do PIS/COFINS, hoje cobrado em regime cumulativo. É necessária uma reformulação da política de preços do gás natural, para adequá-la à nova realidade dos mercados nacional e internacional. Temos hoje uma política empresarial de preços, mas precisamos de uma política nacional. A ANP deveria fazer a regulação de preços, devendo para tal ter sua estrutura fortalecida para que possa também atuar proativamente para o aumento da competitividade do mercado.

De que forma a tarifa de transporte poderia ser revisada?
Com a Parcela Fixa, a Petrobras é quem exclusivamente construía os gasodutos, subsidiados pelas grandes indústrias do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Não se sabe se todos esses gasodutos já foram remunerados. O preço do transporte deve ser diferenciado, pois o preço único induz subsídio de uma região para outra. Agora, com a Lei do Gás, os gasodutos terão que ser licitados, portanto, com um preço de transporte separado do preço da molécula. A Portaria 52/2011, da ANP, também pode ser uma sinalização nessa direção.

Temos hoje uma política empresarial de preços, mas precisamos de uma política nacional – Geoberto Espírito Santo, Diretor Presidente da Algás

E o que deve conter essa política pública para o gás?
A política do gás deve prioritariamente atender a cogeração na indústria. A cogeração é considerada o processo energético de melhor rendimento, podendo chegar a 90% de eficiência, porque além de gerar energia elétrica, produz aquecimento e resfriamento residual. Adotado regularmente na indústria, produziria ganhos de eficiência no consumo de energia de cerca de oito vezes em relação ao custo da energia.

E quais são os desafios para a cogeração?
O grande demandante do gás natural serão as termelétricas, no seu novo papel como energia de base. Nesse cenário, as grandes cargas termelétricas é que justificarão economicamente a expansão dos gasodutos, mas as outorgas das usinas são independentes, sem vínculo e sem critério de regionalização. Precisamos da definição de um Plano Nacional de Gás, um plano de governo de médio e longo prazo que considere também a demanda das refinarias e das fafens, elaborado com participação da iniciativa privada e das distribuidoras estaduais e aprovado pelo CNPE.

A demanda termelétrica é um entrave para o mercado?
O preço desse gás para as UTEs é subsidiado, muito baixo. Fala-se em US$ 3,90 MMBtu. Atualmente, esse gás gera insegurança porque as usinas são de reserva. Essa condição é um problema para a Petrobras. Durante todo o tempo em que não estão em regime de operação, o gás que foi reservado para essas térmicas tem que ir para um mercado secundário. A pequena oferta de contratos de longo prazo gera insegurança para novos investimentos.


Fonte: Energia Hoje – Jornalista André Ramalho.

GNV: mais economia durante o Carnaval

Por Algás,


O GNV é a opção ideal para quem quer economizar com combustível durante o feriadão

Com 4 dias de folga no calendário, o Carnaval é a época favorita para viagens e passeios. Porém, um ponto preocupante para quem usa veículo próprio é o gasto com combustível que, muita vezes, torna-se mais caro do que as despesas com alimentação ou hospedagem.

Com a promoção “Verão GNV”, promovida pela Algás, o usuário de GNV pode se tranqüilizar quando pensar em gastos com combustível durante suas viagens no Carnaval. Com o desconto de 0,117 centavos até o dia 31 de março, abastecer com GNV é a opção mais econômica em relação aos outros tipos de combustíveis.

Com GNV, o custo de uma viagem de ida e volta saindo de Maceió para Recife, um dos destinos mais badalados do feriadão, custa R$ 72,43. Já o custo da mesma viagem usando a gasolina é de R$ 159,26, e com Etanol, chega a custar R$ 184,19.

Para os taxistas de plantão nesse Carnaval, o GNV também é uma ótima opção quando se calcula o custo-benefício. A economia proporcionada pelo GNV é de cerca de 60% em relação ao etanol e mais de 50% em relação a gasolina. Toda essa economia se deve ao fato de que o quilômetro rodado com GNV é muito mais barato do que com os outros combustíveis.

Em Alagoas, cerca de 10.500 veículos são adaptados para o GNV, sendo aproximadamente 2.500 táxis. A promoção possibilitou que os usuários do GNV economizassem ainda mais. “No último mês notamos um aumento de cerca de 8% em relação a janeiro do ano passado. Isto significa que os motoristas reconheceram que o GNV é a opção mais econômica”, disse o gerente comercial da Algás, Fábio Sousa.