Desdobramento do projeto “Arte no Prato”, da Algás, ciclo de oficinas com estudantes da rede estadual resultou em webdocumentário sobre os 200 anos de História do estado
Desenho, grafite, fotografia, filmagem, roteiro e produção de vídeo, montagem e publicação de webdocumentário. Foram todas essas atividades que chegaram às salas de aula da Escola Estadual de Ensino Integral Professor Afrânio Lages, em Maceió, graças à segunda edição do “Arte no Prato”, projeto artístico gastronômico da Algás, distribuidora de gás natural de Alagoas. Nesta semana, como resultado final do trabalho desenvolvido em oficinas artísticas e culturais, que reuniram 120 estudantes da instituição, foi lançado “Viva a História” (vivaahistoria.art.br), primeiro webdocumentário produzido no estado e que ilustra os imaginários do universo desse grupo de estudantes.
Organizado pelo coletivo Saudáveis Subversivos, o ciclo de oficinas, entre os meses de outubro e dezembro de 2017, contou com a participação dos artistas visuais Robertson Dorta e Alice Barros, Rafael dos Santos, da fotógrafa Flávia Correia, do artista multimídia e arte educador Glauber Xavier e dos cineastas Rafhael Barbosa, Mirrah Iañez e Eduardo Liron. Participaram do processo também, como convidados, o designer Ulysses Ribas, o pesquisador Nando Magalhães e a realizadora audiovisual Larissa Lisboa.
“Usar a arte para propor novas maneiras de pensar e registrar a História de Alagoas foi o que instigou os jovens, que têm entre 16 e 21 anos, durante o período das oficinas”, afirma Glauber Xavier, que notou também a animação dos estudantes ao lidar com o universo de criação e produção de conteúdo artístico.
“Um bom sinal desse resultado foi perceber que até fora das oficinas eles quiseram continuar com o processo de produção. E, graças ao Arte no Prato, esses jovens puderam ter suas vivências e criatividade estimuladas e registradas no webdocumentário”, diz o arte educador.
Foi por meio da segunda edição do “Arte no Prato”, projeto que apresentou uma coleção exclusiva de pratos de cerâmica estampados por obras inéditas de artistas alagoanos, que o público pôde contribuir com a arrecadação de fundos para a realização do “Viva a História”. O projeto artístico gastronômico da Algás, cuja segunda edição de pratos colecionáveis foi lançada em outubro de 2017 reunindo 12 artistas e 24 restaurantes de Maceió, tem entre seus objetivos valorizar a gastronomia e a arte alagoanas.
“A narrativa audiovisual representada pelo formato de webdocumentário traduz o valor que a inovação e a própria arte têm para a Algás. Essa linguagem está inteiramente conectada com as nossas vivências sociais contemporâneas, com a produção de informação coletiva e compartilhada. Por isso, representa muito bem a importância da ação em parceria com as comunidades na criação de conteúdos transformadores, com potencial de impactar positivamente na construção da cidadania e da identidade alagoanas”, diz Felipe Guimarães, gerente de marketing e comunicação da Companhia. “É com muita alegria que vemos nascer esse novo marco para a produção artística de Alagoas e esse belo fruto da rede pública de ensino do estado”, completa.
Por Isabela Souza
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