Pias modernas

Por Vitória de Alencar,

As pias, de uma forma geral, são interpretadas como algo funcional na casa e dificilmente recebem atenção. Porém, elas podem se tornar o destaque do banheiro, do lavabo ou da cozinha, a depender da escolha do modelo, formato, material, textura e cor.

Não existem regras, tudo fica bom quando está contextualizado e em harmonia com os materiais da bancada, torneiras, revestimentos, móveis, objetos de decoração, entre outros elementos. Com criatividade e boas combinações, é possível inovar.

E com a possibilidade de aquecimento de água com Gás Natural, além de funcionalidade e estética, o conforto térmico é o ponto que faltava para garantir a inovação na sua casa.

Ambientes

Com a tendência de integração dos ambientes, podemos transformar as cozinhas ou varandas gourmet em locais mais atrativos. Na cozinha, por exemplo, além de beleza, outras questões como limpeza e praticidade também devem ser levadas em consideração. É tendência a utilização de pias em grandes formatos, quando a área permite.

As pias de vidro e de inox são muito utilizadas por conta da facilidade de limpeza, além de existirem várias opções no mercado que acompanham acessórios como escorredor, tábuas, cestos e porta sabonetes. As de inox também podem ser encontradas nos acabamentos fosco, brilho e com variações de cores.

Para a área de serviço é importante garantir a funcionalidade, beleza, além do diálogo com a cozinha, se os ambientes estiverem interligados.

Os banheiros e lavabos também são áreas que permitem ousadia nas combinações. As pias de madeiras e esculpidas, além de materiais nobres, são exclusivas. Elas são desenvolvidas sob medida, com design diferenciado e direcionado para o perfil do usuário, sendo uma peça personalizada.

Formas

Porém, se a ideia é ter um resultado ainda mais moderno, deixe de lado as formas e os materiais mais tradicionais, como o mármore e o granito e aposte em peças diferentes e criativas. O formato da bancada e da cuba são os dois principais pontos: quanto mais clean a forma, melhor.

As pias mais acessíveis no mercado são as de apoio, de sobrepor, de semi-encaixe ou as cubas de piso, com formas retas, puras ou orgânicas. Não é preciso apelar para formas exageradas para ter um bom resultado, formatos retos e simples também contribuem com um ar elegante ao ambiente.

Caso você possa investir um pouco mais, poderá encontrar pias diferenciadas com formas orgânicas e criativas em louça, materiais sintéticos, vidro, resina, pedra esculpida e até em madeira com verniz, para uso em banheiros e lavabos.

Detalhes

Independente do modelo que você vá escolher para compor o espaço, a funcionalidade é quesito primordial para cada tipo de ambiente, seja no banheiro, lavabo, cozinha ou área de serviço.

A oferta de pias, de materiais e de metais para cozinhas e banheiros é vasta, mas não podemos esquecer questões básicas, como conforto e ergonomia. É importante adquirir uma pia que atenda a funcionalidade e facilite a limpeza.

Todos os detalhes devem ser pensados antes de decidir qual pia será a escolhida. Deve-se analisar o tamanho da bancada, os acessórios que serão utilizados, entre outras questões importantes. Tudo tem que ser pensado e adequado para o espaço disponível.

Fonte: Zap em Casa

Ambientes sem janela: como melhorar a iluminação e a ventilação?

Por Vitória de Alencar,

A janela é uma das partes mais importantes de uma casa – afinal, ela assegura a circulação de ar, entrada de luz e ventilação para os moradores. No entanto, nem todos os ambientes de um projeto são planejados com janelas. Nesse caso, fica a dúvida: o que fazer para driblar a falta de iluminação e de circulação de ar? Existem soluções práticas para isso e você vai conhecer elas agora!

Com reforma

A primeira delas é tentar fazer uma janela aparecer no ambiente.

Se você optar pela reestruturação, uma saída é a iluminação zenital – quando a luz que ilumina o ambiente vem de cima e não das laterais. Isso porque a ideia é abrir um duto no teto para a passagem de luz e, se for aberto, até de ar. Vários elementos zenitais estão disponíveis no mercado – uma alternativa interessante é o tijolo de vidro com ventilação.

A claraboia é outra excelente ideia de iluminação zenital que, além de eficaz, deixa o cômodo com um ar refinado. Essa técnica consiste, basicamente, em uma abertura no alto das edificações para permitir a passagem de luz – mas necessariamente implica que a passagem seja fechada. Materiais como vidro ou domo de plástico semitransparente são os mais usados para cobrir o vão.

O problema dessa alternativa é que o cômodo precisa suportar mudanças bruscas em sua estrutura – caso contrário, não há como abrir uma passagem para ventilação e luminosidade.

Sem reforma

Mas, se você não quer quebradeira e bagunça ou se o local não permite que sejam feitas mudanças na estrutura, a segunda opção é mais simples: recorrer ao equipamento adequado para tornar o ambiente mais tolerável.

Primeiro atente-se à decoração: ambientes totalmente fechados precisam ser decorados com cuidado – afinal, já são naturalmente abafados e escuros pela falta de circulação de ar e de luminosidade. Nesse caso, priorize o conforto.

Dê preferência a tons mais claros e neutros e não sobrecarregue o ambiente com móveis e objetos decorativos. Portas de vidro podem ser uma saída inteligente para aproveitar o máximo possível da luz externa.

Instalar um ar-condicionado é uma solução relativamente simples para esse problema – mas nem sempre é a mais barata devido ao consumo de energia.

Se o seu caso for o de um banheiro sem janelas, aposte em velas perfumadas ou aromatizantes – mas não sobrecarregue com cheiros, já que é difícil dar vazão às partículas do perfume e isso pode deixar o ambiente com o aroma forte e enjoativo.

Mas a circulação de ar não é o único impasse – a falta de iluminação natural também. Por isso, capriche no projeto de iluminação artificial, dê preferência a lâmpadas brancas e esteja atento a detalhes como a temperatura delas, para não aquecer ainda mais o ambiente. Não dispense ventiladores e plantas – embora eles não deem conta de resolver o problema por si só, ajudam bastante na circulação do ar e no frescor do ambiente. Com criatividade e cuidado, fica fácil tornar ambientes totalmente fechados em espaços agradáveis e mais frescos.

Fonte: Hometeka

Cuidados com os respingos de tinta

Por Vitória de Alencar,

Proteger a casa dos respingos é essencial. A regra geral é cobrir tudo que não vai ser pintado. Cuide dos cantinhos e fique de olho na pintura das quinas, para que a tinta que foi usada na parede não respingue no teto.

Além disso, vale orientar o pintor para que ele não dilua a tinta mais do que o necessário pra evitar que ela espirra além do esperado, seguindo as instruções da lata ou galão. Abuse da fita crepe para delimitar as áreas de pintura e peça ao pintor que use pincéis finos para os cantos.

Piso

Proteja o chão com papelão ondulado, porque ele absorve a tinta, faz com que ela seque rápido e evita que chegue ao revestimento do piso. Não use plástico: alguém pode pisar na tinta úmida que caiu sobre ele e espalhar por toda a casa.

Espelhos de interruptor e tomada

Retire os espelhos (a parte de fora retangular que dá acabamento a tomadas e interruptores) e cubra o recorte da parede por onde saem os fios com fita adesiva larga.

Móveis

A melhor opção é tentar guarda-los em caixas. Se não for possível, cubra os móveis com papelão, protegendo bem os contornos, e coloque uma lona por cima. Isso evita respingos e arranhões.

Junte os móveis e os objetos no centro do cômodo. Isso facilita a circulação dos pintores e o manuseio dos materiais e ferramentas.

Portas, maçanetas e dobradiças

Se você não for pintar a porta, peça para o pintor colocar fita adesiva larga nos batentes e apertar bem com uma régua, para não deixar vãos por onde a tinta possa passar.

Se você for pintar a porta, são as dobradiças, maçanetas e fechaduras que precisam de proteção. Ele pode tirar as maçanetas e reinstalar depois que passar a tinta nas portas e cobrir as dobradiças com fita crepe.

Outro jeito de proteger as maçanetas é utilizar papel alumínio. Ele se molda muito bem cobrindo todos os cantos e é fácil para retirar. Já para as dobradiças, passe vaselina líquida, que impedirá a tinta de aderir ao metal.

Rodapés

Peça que o pintor cubra os rodapés com fita crepe larga e aperte o cantinho que fica junto à parede com uma régua, para evitar que a tinta consiga passar por uma fresta.

Teto ou parede primeiro?

Se for pintar teto e parede, o teto vem primeiro. Pintura no teto respinga mesmo. Depois a pintura da parede cobre a tinta que respingou lá de cima.

Para pintar, a melhor sequencia é: tetos (laje ou forro), paredes, portas e janelas e rodapés.

Se depois de um tempo você quiser pintar a casa de novo e precisa se lembrar da cor, nossa dica é: tire uma foto das especificações da lata ou anote tudo em um papelzinho e cole na parte de dentro de um espelho de interruptor.

O mais importante é anotar marca e cor da tinta. Lembre-se de que com o tempo a tinta desbota e a mesma pode dar diferença da aplicação na sua parede. Por isso, o retoque tem que ser feito em uma área maior (plano inteiro) e não só em uma faixa.

Fonte: Zap em Casa

5 passos para reconhecer um piso bem feito

Por Vitória de Alencar,

Não importa qual material você vai usar na sua casa, é fundamental acompanhar cada etapa da obra para ver se o serviço está sendo executado com qualidade.

Embora cada tipo de revestimento tenha suas formas específicas de instalação, o fundamental sempre é ter um contrapiso bem feito. Ele é a base onde o piso será colocado e é preciso conferir sua qualidade.

Para isso, faça o teste a seguir, em cinco passos, conforme o andamento da obra:

Para saber se o contrapiso está bem feito

Se só de olhar você repara a base trincada, com manchas ou soltando, o trabalho está ruim e precisa ser refeito para evitar pepinos. Você pode passar a mão no contrapiso. Ele deve estar áspero. Se estiver liso, o piso pode não aderir.

Para saber se o piso foi bem colado

Cerâmica ou porcelanato: Dê batidas com a mão no piso. Não pode fazer um barulho oco. Se fizer som do oco, o pedreiro deve ter passado argamassa apenas em alguns trechos da peça. Tem que tirar e fazer de novo, espalhando a massa com a desempenadeira por todo o verso da placa de piso.

Piso vinílico ou laminado: Pode ser colado ou encaixado. Se tiver partes soltas ou com bolhas, o problema deve estar no contrapiso que não foi bem nivelado e limpo, e vai precisar ser refeito. Outra possível causa é a falta de cola para fixação em alguma parte, nesse caso é só substituir as partes com problemas.

Para ver se o piso está alinhado

Observe atentamente se as linhas entre os pisos estão paralelas e retas. Também preste atenção no espaçamento entre elas (rejunte): para deixar certinho, use espaçadores para separar as peças enquanto está assentando o piso.

Para ver o caimento do piso, se for uma área molhada (banheiro, cozinha, lavanderia, garagem)

Depois do piso pronto, jogue água com um balde e veja se ela escorre na direção do ralo. Se ficar empoçada, tem que ver se é só trocar alguma placa ou se precisa refazer tudo para ter o caimento adequado.

Para ver se a altura ficou certa

Abra as portas e verifique se todas elas se movimentam sem enroscar no chão. Se a porta estiver enroscando, normalmente se faz um ajuste na porta, é mais fácil do que refazer todo o piso. Geralmente, pisos cerâmicos, porcelanatos e tacos de madeira são mais espessos. O piso vinílico e o carpete de madeira são mais fininhos. Escolha o tipo e ajuste a altura do contrapiso.

Para ter um piso bem feito é preciso escolher bem o material e acompanhar de perto todas as etapas da obra. O contrapiso fica escondido, mas é muito importante. Vá pensando nas interferências, planejando o que deve ser feito e fazendo os testes conforme o pedreiro vai trabalhando. Se for olhar só no final, as chances de ter uma dor de cabeça são maiores.

Fonte: Zap em Casa

Pedras São Tomé em casa

Por Vitória de Alencar,

Extraídas das jazidas de São Tomé das Letras, em Minas Gerais, as pedras que levam o nome da cidade são utilizadas desde a década de 40, principalmente em áreas externas. A busca por revestimentos naturais e diferentes trouxe as pedras São Tomé para os ambientes internos, dando um ar moderno e elegante aos espaços, sem perder a simplicidade.

Quer ter pedras na sua casa ou em seu projeto, mas não sabe como? Reunimos algumas inspirações para você!

Parede

Muito mais do que pinturas coloridas e papéis de parede, ousar nas paredes de casa pode ser justamente voltar ao simples. E por serem pedras naturais, além de destacarem a arquitetura de casas e outras construções, as pedras São Tomé combinam com facilidade com qualquer estilo de decoração e podem deixar qualquer ambiente mais requintado.

Na hora de escolher onde inseri-las no seu ambiente, opte por locais que terão destaque para valorizar sua beleza – como revestimento do painel de TV ou no guarda-corpo da escada, por exemplo. Investir em pontos de luz para ressaltar as pedras também é uma boa.

Piso

Sem dúvida, a principal vantagem em utilizar as pedras São Tomé no piso é a segurança. Por serem quartzitos com nobreza de texturas, elas possuem alta resistência e garantem o charme dos pisos naturais, além de não reterem calor, o que é ótimo para casas localizadas em cidades de clima mais quente.

Jardim

As pedras São Tomé podem ser utilizadas em dois formatos: o de pedrão ou caco. Com essas variações, elas se tornam uma ótima opção também para o seu jardim, pois podem deixá-lo com um ar ainda mais natural.

Quanto às cores, enquanto nos interiores você pode investir em tons mais escuros e sóbrios, no jardim é interessante apostar em cores claras para destacar o verde das plantas. Mas, claro, tudo depende do seu gosto!

Piscina

A área da piscina é onde as pedras são mais encontradas. Por serem antiderrapantes, possuírem baixa absorção de água e não reterem calor, são uma excelente escolha para o piso e borda das piscinas. E mesmo que as pedras sejam robustas, um acabamento delicado das peças para piscina pode garantir uma área segura e sofisticada.

Fonte: Hometeka

Armários embutidos

Por Vitória de Alencar,

Os armários embutidos têm sido a escolha da maioria das pessoas quando o assunto é organização. No entanto, esse tipo de armário planejado requer alguns cuidados – e nem sempre vai ser a opção ideal para o seu espaço.

Confira as principais características dos armários embutidos, além de cuidados:

Economia de espaço

O principal argumento de quem aposta em um armário embutido é o melhor aproveitamento do espaço. Especialmente em cômodos pequenos – ou com muitos móveis – embutir os armários aumenta o espaço disponível para circulação e ainda pode resultar em um guarda-roupas maior do que os tradicionais.

Planejamento

Para não se arrepender no futuro, é necessário planejar bem como será o armário embutido. Procure arquitetos, designers de interiores, empresas ou marcenarias com experiência – pense nas suas necessidades, na quantidade de roupas e objetos a serem guardados e até na sua altura.

Futuro do imóvel

Se você mora em um apartamento alugado ou tem planos de se mudar para outro local num futuro próximo, os armários embutidos não são uma boa ideia. Além de mais caros que os convencionais – por serem planejados e feitos sob medida – levá-los com você para uma nova casa é quase impossível.

Armários já prontos

Na maioria das vezes, os apartamentos alugados que possuem nicho para um armário embutido já vêm com ele instalado. No entanto, se o apartamento que você alugou não possui armário incluso ou se o móvel está muito danificado, não vale a pena reformar ou investir em outro embutido – dê preferência aos guarda-roupas tradicionais, que podem ser comprados já prontos e ainda são mais baratos. Outra opção é conversar com o proprietário para instalar um armário embutido e descontar do valor no aluguel.

Se o armário do apartamento em que você mora está em boas condições – e não pede os gastos de uma troca ou reforma – mas é mal dividido e não atende às suas necessidades, os organizadores de armário são uma solução funcional para explorar espaços ‘mortos’ dentro do guarda-roupas. Cestos, ganchos, suportes e prateleiras podem ser encaixados em qualquer lugar e multiplicam o espaço disponível.

Quarto infantil

Para o quarto das crianças e adolescentes, os armários embutidos também podem acabar não sendo um bom investimento. À medida que a criança cresce e adquire novos gostos, sua coleção de roupas e pertences também aumenta, e o guarda-roupas embutido de antes pode não ser mais suficiente ou até mesmo não combinar com a decoração do quarto.

Nesse caso, a dica também é optar por um armário convencional não embutido que pode ser trocado com o tempo.

Cuidados e desvantagens

O mofo e a umidade são fontes de reclamações frequentes de quem possui um armário embutido. Os nichos de instalação do armário geralmente não são bem ventilados e podem reter umidade – como o armário fica em contato direto com as paredes, a umidade acaba passando para o seu interior e danificando roupas e sapatos.

Para evitar o problema, existem produtos antimofo e algumas dicas caseiras bem práticas:

  • Retire as roupas do armário, borrife vinagre branco em todos os cantos e até nas gavetas. Passe um pano levemente úmido e deixe secar naturalmente. A acidez do vinagre inibe a proliferação do mofo.
  • Deixe os armários abertos por algumas horas pelo menos uma vez por semana para garantir a circulação de ar dentro do móveis.
  • Coloque um pouco de giz de lousa dentro de um pote sem tampa nos locais com mais umidade. Quando o giz estiver úmido, basta levá-lo ao sol e deixar secar – o mesmo giz pode ser usado por seis meses.

Na hora de mandar fazer o seu armário, também fique atento às medidas. O armário deve ter medida mínima de 50 cm de profundidade, considerando o tamanho padrão dos cabides encontrados no mercado.

Fonte: Hometeka

5 Dicas para instalar espelhos em paredes

Por Vitória de Alencar,

Na decoração de apartamento, principalmente nos de espaço pequeno, o queridinho é ele: o espelho! Espelho amplia o ambiente, criando a sensação de que o espaço é maior. Mas atenção: é um material que quebra facilmente e arranha também.

Por isso, instalar espelho em paredes muitas vezes não é uma tarefa simples. Para evitar prejuízo e dor de cabeça, dá uma conferida nas nossas dicas:

Tamanho do espelho x Porta do elevador

É essencial pensar no transporte do material até o destino final, pois pode ocorrer de o espelho quebrar já no processo de transporte. Em prédios, o que facilita é lembrar do tamanho da porta do elevador e “giros” em escadas.

Espelho na parede inteira

Ao colar espelho na parede inteira, é importante observar se há tomadas instaladas nela. Ao longo do tempo, com o tira e põe de cabos nas tomadas, podem aparecer trincas no canto e desgastar a prata, com o risco de aparecerem manchas escuras ou de ferrugem no espelho.

Manutenção

Considerando a possibilidade de quebra do espelho, fazer uma emenda em peças que possuem recortes é mais barato e mais rápido. No caso de um espelho grande, se trincar, tem que trocar a peça inteira.

Espelhos em marcenaria

Em projetos de marcenaria executados com espelhos, o ideal é ter essas duas etapas executadas juntas, pelos mesmos profissionais. O espelho sempre precisa de molde e qualquer centímetro errado pode sair do esquadro.

Espelho em cor bronze

O único ponto de atenção é que a cor pode deixar o ambiente um pouco mais escuro e, por consequência, alterar levemente a cor dos objetos.

Fonte: Natalia Noleto

Lâmpadas embutidas em marcenaria

Por Vitória de Alencar,

Um grande charme na marcenaria mais elaborada é o trabalho em conjunto com o projeto de iluminação. As lâmpadas agregam um toque a mais no espaço, porém algumas especificações técnicas são necessárias para tudo se encaixar e funcionar.

Luz nas prateleiras

Para dar destaque às prateleiras é preciso considerar a espessura da prateleira a ser trabalhada. Algumas lâmpadas precisam de um reator e é preciso contar com espaço para ele. Em caso de prateleira, é importante também pensar por onde passar o fio para ele não ficar  aparente.

Fita de Led

Algumas pessoas gostam de fitas de Led embutidas em nichos e estantes. Para a fita não aparecer muito e dar destaque apenas à luz, é necessário fazer uma cava embutida na madeira para esconder um pouco a peça. Esse detalhe tem que ser conversado com o marceneiro e o eletricista ainda em obra.

Luminária embutida

Na compra da luminária, a espessura da peça é fundamental para ser embutida na marcenaria. Existem muitos modelos, então é importante optar por aquele que se encaixa na marcenaria.

Altura do ponto elétrico

É fundamental prever a altura do ponto elétrico a ser instalado na marcenaria, para que o eletricista possa fazer a passagem do fio corretamente.

Cores das lâmpadas

É preciso considerar a cor da lâmpada para cada tipo de móvel. Isso vai depender do tipo de ambiente a ser trabalhado.

Fonte: Natalia Noleto

Piso extrafino: atenção antes de instalar!

Por Isabela Souza,

Ninguém gosta de ter dor de cabeça com reforma, né? É por isso que muitas pessoas buscam otimizar a reforma.

Trocar o piso de um ambiente ou do apartamento todo requer planejamento prévio. Uma opção pode ser a instalação de um piso sobre outro, pois reduz o tempo de obra, gera menos entulho e diminui os custos. Para isso, é utilizado o piso fino, ou extrafino como é conhecido no mercado.

Anota os pontos que você deve prestar atenção antes de instalar o seu piso fino:

Altura das portas

O primeiro passo é saber se o piso consegue ser colocado com as portas já existentes e/ou com os trilhos instalados. Talvez seja necessário serrar um pouco as portas.

Valor

O piso extrafino tem um valor mais elevado que os tradicionais. O diferencial deste tipo de piso é que ele reduz o quebra-quebra na reforma.

Superfície nivelada

Para o piso poder ser aplicado no piso existente é preciso que a superfície esteja nivelada.

Fonte: Natalia Noleto

Móveis prontos, sob medida ou modulados: qual escolher?

Por Vitória de Alencar,

O mobiliário fabricado sob medida é ideal para os ambientes pequenos, porque otimiza o espaço e aproveita locais que talvez não fossem ser ocupados por móveis convencionais. Em ambientes maiores, faz com que os móveis conversem entre si, tornando a ambientação mais harmônica.

Analise as necessidades específicas e defina o que precisa para cada espaço

Pense em que cômodos da casa serão instalados – banheiro, quartos, salas, cozinhas, escritórios – e o que precisa ser guardado – sapatos, roupas, acessórios, louças, livros, utensílios. Preste atenção à quantidade, necessidade de armazenamento e frequência de uso de cada objeto.

Os móveis sob medida oferecem um mundo de possibilidades, das soluções mais simples até as mais complexas, desde que todas as necessidades sejam pensadas previamente.

Isso é fundamental, porque depois de fabricados e instalados eles passam a fazer parte da estrutura e arquitetura da casa.  Logo, qualquer informação incorreta ou esquecida poderá causar problemas no futuro.

Acabamento, cor, textura, tipo de puxadores, corrediças, espelhos e outros detalhes

Internamente, o material mais utilizado é o MDF branco, pois é o mais barato comparado a outros padrões de acabamentos existentes. Externamente, você pode usar no projeto diferentes materiais ou cores, além de espelhos que são perfeitos para criar uma sensação de amplitude, principalmente em ambientes pequenos.

O projeto pode ser elaborado por um arquiteto, uma loja especializada ou um designer de interiores, o importante é se certificar de que sejam profissionais de confiança e com experiência comprovada, para evitar surpresas na negociação, no pagamento do serviço, no prazo de entrega, no resultado e na qualidade final dos móveis. Ou seja, é essencial buscar referências e recomendações antes de fazer a escolha.

É possível desenvolver móveis inteligentes e funcionais, com elementos deslizantes, dobráveis, extensíveis ou mesmo aqueles que desaparecem por completo quando não estão em uso. Com esse tipo de recurso os espaços ganham em funcionalidade e praticidade podendo até mesmo desempenhar dupla função e tornando sua utilização muito mais prática.

Além disso, no caso dos móveis personalizados, você tem mais controle sobre a qualidade do MDF e das ferragens utilizadas na fabricação, logo, também tem mais controle sobre a durabilidade.

Móveis sob medida precisam de mão de obra especializada

Independente de ser contratado de uma loja grande, ao arquiteto, ou ao marceneiro, isso torna o preço dos móveis sob medida mais caros do que os convencionais comprados já prontos. Ainda assim, podemos encontrar diferenças de preços, possibilidades de negociação e formas de pagamento.

A maioria dos móveis personalizados estão presos nos ambientes onde são instalados, o que impossibilita a movimentação esporádica, limitando as possibilidades decorativas e de mudança de visual. Em casos de mudanças, a mobília precisa ser desmontada por um profissional especializado e ajustada para usar em outra residência.

Móveis sob medida demandam tempo até ficarem prontos

O tempo que leva para um personalizado ficar pronto não é o mesmo que comprar um móvel na loja e trazer direto para casa. Esse tempo de produção dependerá do profissional ou da loja escolhida e também do tamanho do seu projeto.

Se você mora em um imóvel alugado em que não há armários, é possível negociar com os proprietários a instalação dos mesmos em troca de desconto no aluguel, por exemplo. Além de valorizar o imóvel, quando você sair, o investimento poderá ser aproveitado pelo inquilino seguinte.

Há ainda no mercado as lojas de móveis planejados, mas seus produtos são diferentes dos móveis sob medidas porque trabalham com volumes modulados de dimensões pré-definidas. Assim, a variação de acabamentos e dimensões é mais restritiva, podendo dificultar a harmonização com o restante dos mobiliários do ambiente.

Embora o prazo de entrega seja menor e haja facilidade de financiamento em parcelas menores, você não terá controle sobre a qualidade do material utilizado na fabricação. Ainda pode acontecer de você precisar de um módulo que não tenha no estoque ou que precise ampliar com outros módulos e a linha que comprou já não ser mais fabricada. Por isso, é preciso pensar direitinho em quais são as suas necessidades.

Fonte: Dica da Arquiteta

 

Planeje os pontos de energia elétrica!

Por Vitória de Alencar,

Essa é uma parte da reforma que muitas vezes fica esquecida na hora de fazer o orçamento e ela tem um custo significativo: o projeto elétrico! Confira algumas dicas abaixo e evite surpresas desagradáveis.

Primeiro, liste todos os eletrodomésticos para que seja feito um levantamento preciso sobre quantidade e posição das tomadas a serem instaladas. Mesmo com equipamentos a serem adquiridos no futuro, essa previsão deve ser feita antes mesmo de a obra começar.

Muitas pessoas acreditam que instalar tomadas em todo lugar possível é a melhor opção. Também não é assim que funciona. Cada projeto tem uma carga prevista específica e não pode sobrecarregar o quadro de luz.

Outro fator que é deixado de lado é o real custo da instalação de tomadas. É preciso considerar a caixa a ser embutida dentro da parede, fios, conduítes, espelhos (as frentes das tomadas) e os módulos a serem instalados. Todos esses elementos são comprados separadamente e possuem um custo considerável. Por isso, reavalie a posição de cada tomada de acordo com o layout estabelecido para não gastar além do necessário.

Muitas vezes, a tomada fica aparente. Por isso, em bancadas com pastilhas e peças de pedras é preciso realizar o corte para fazer a instalação da tomada. Se não for bem pensado, a tomada  pode chamar mais atenção do que o revestimento escolhido. Nesse caso, cada medida faz toda a diferença.

Planeje com precisão, orce com atenção e boa obra!

Fonte: Natália Noleto

Arquitetas comentam projeto da Cozinha Gourmet Algás na CasaCor Alagoas 2017

Por Vitória de Alencar,

As arquitetas Cleo Farias e Priscilla Rocha assinam o projeto da Cozinha Gourmet Algás na CasaCor Alagoas 2017, que acontece entre os dias 12 de outubro e 10 de dezembro, no Parque Shopping, em Maceió. Com um conceito ousado, o espaço reúne varanda, cozinha gourmet e sala de TV em um mesmo ambiente.

Para Priscilla, o conceito do projeto é um espaço agradável, confortável e funcional, para receber os amigos e cozinhar juntos. A área de 97,92m² foi ocupada com móveis de cores neutras, madeiras e luminárias com lâmpadas de filamentos, deixando que detalhes e objetos chamem mais a atenção, como o pé de mesa dourado feito com barras de ferro de construção.

“Privilegiamos os tons terra, bronze e nude. Nossa intenção é criar um clima de aconchego e para isso buscamos usar a madeira com bastante propriedade, já que ela imprime naturalidade ao espaço”, diz Cleo.

“A Algás tinha a necessidade de que o ambiente fosse receptivo e acomodasse os convidados confortavelmente. Então optamos por um estilo clean e sofisticado para receber todos os tipos de chefs e convidados sem marcar o ambiente pelo tipo de comida servida”, explica Priscilla. Ela destaca que a fachada do espaço remete à tranquilidade das praias alagoanas, através dos tecidos leves, da madeira e do bordado delicado do filé.

Revestimento
Por ser um ambiente executado com baixo custo e sustentável, as arquitetas optaram por não utilizar revestimento. Foi criado um piso queimado branco com um adesivo remetendo às chapas de aço corten.

Iluminação
A opção foi por luminárias com lâmpadas de filamentos, nos tons bronze, reforçando a sofisticação. Uma novidade marcante é que o visitante pode interagir com a iluminação fazendo o download do aplicativo Home Digital ou manipulando os interruptores na mesa para cada pendente, para controlar a intensidade das luzes.

Decoração
Uma única peça de cores fortes, de autoria de Cris Elias, se destaca no ambiente. Além dela, bordados de filé do Pontal da Barra, uma tela dourada de Persivaldo Figueroa, o macramê de Fernanda Jatobá e vasos de concreto. “Este ano comemoramos os 200 anos de Alagoas, logo preferimos homenagear os artistas locais”, lembra Priscilla.

O móvel central, todo construído de gesso, em balanço nas duas laterais foi obra do gesseiro Geovane. Já o serralheiro Marcos deu vida ao pé da mesa, executando o projeto criado pelas arquitetas em parceria com o artista plástico Rodrigo Motta.

Sobre as arquitetas

Cleo Farias é graduada em Arquitetura pelo Cesmac, em Maceió, pós-graduada em máster arquitetura pela IPOG, em Recife, e cursou gerenciamento de obras em Salvador. Entre seus trabalhos, Cleo destaca a Casa Cor Alagoas 2014, projetos para a Criare Móveis Planejados, a Divina Galeria, o Café Ponta Verde, a Galeria 285, a Escola Dione Villar, o Clube de Palmeira dos Índios, o Sindprev, o Clube Arapiraca e a Praça da Barra de São Miguel.

Priscilla Rocha é graduada em Arquitetura pelo Cesmac, em Maceió, e pós-graduada em Construção Civil, área na qual atuou por cinco anos. Atualmente, desenvolve projetos em arquitetura e urbanismo, dedicando-se a residências e edifícios comerciais. Entre seus trabalhos, ela destaca a Fábrica Pure Energy, a Fábrica de Água Mineral Camponesa, a Galeria Jatiúca, o Condomínio Residencial Bruxelas e a Galeteria Andrade, todos em Alagoas.