Marcenaria primeiro ou marmoraria?

Por Isabela Souza,

Uma dúvida muito comum dos clientes, quando se reforma  cozinha, é qual etapa se instala primeiro: a marmoraria ou a marcenaria.

Fazer obra exige um bom planejamento, só assim pode-se ter controle das etapas e acertar um cronograma. Normalmente, um ambiente bastante trabalhoso é o da cozinha. É necessário pensar no projeto de hidráulica, iluminação, piso e sempre observar as medidas. Como uma etapa depende da outra, cada profissional precisa  seguir o projeto para não atrapalhar o serviço do outro trabalhador.

O ideal é priorizar a etapa que produz mais sujeira e deixar o  acabamento mais detalhado para o final. No caso, primeiro a bancada de pedra e, depois, a marcenaria. Em caso de planejados, as lojas trabalham com módulos diretamente da fábrica e fica mais complicado fazer o ajuste. Porém, ajustar uma marcenaria é mais prático do que cortar uma pedra em granito. Com isso, avalie as etapas e converse com os profissionais envolvidos.

Boa obra!

 

Fonte: Natália Noleto

QUAL COR USAR NAS PORTAS DOS AMBIENTES?

Por Algás,

 


Uma das dúvidas que existe é a cor ideal das portas e janelas dos ambientes para combinar com o resto. É claro que as cores existentes no espaço, como os móveis e acessórios, fazem bastante diferença, mas é possível seguir algumas coordenadas para garantir o resultado:

Se possível, use a mesma cor das paredes

Se a porta for receber pintura, o ideal é que ela seja da mesma cor da maior parte das paredes, como branco, cinza, palha. Para isso basta escolher a mesma cor de tinta usada nas paredes, porém na versão em esmalte, já que a das paredes costuma ser a látex ou a acrílica. Mesmo se a cor não sair idêntica, pelo tipo de tinta, o importante é que a tonalidade seja a mesma. Isso deixa as portas e janelas bem mais discretas, e consequentemente o ambiente fica mais leve e homogêneo, com menos informação visual.

Quando as portas ou o piso são de madeira

Se as portas ou o piso já tiverem textura e aspecto de madeira, mesmo se forem de materiais que apenas a imitam, como pisos vinílicos ou porcelanatos com aspecto de madeira, fica legal também fazer as portas na mesma cor do piso. Essa combinação faz com que o piso se integre às paredes, e mantém as portas com sentido no ambiente.

E se eu quiser combinar as portas com os móveis?

É possível também combinar as portas com a cor existente nos móveis, mas nesse caso é importante saber que as portas ficarão mais destacadas e chamativas, o que nem sempre fica bom, dependendo do ambiente e da cor dos móveis. É mais seguro utilizar cores diferentes da parede e do piso quando os móveis são bem claros, como brancos por exemplo. Também é interessante que essa cor exista em bastante quantidade no resto do ambiente, fora da parede onde fica a porta, para amenizar o destaque. E até mesmo se os móveis forem de madeira, as portas podem ser de madeira também, contanto que não fique com madeira demais no ambiente ou que ele seja muito pequeno e cheio de informações e a madeira muito escura, pois isso pode sobrecarregar.

O que fica sempre muito exagerado é usar cores fortes e que não existam nem no piso, nem na parede onde ela está e nem nos móveis, pois nesse caso o visual das portas fica pesado, desvalorizando os outros elementos e puxando demais a atenção para si. Isso só é recomendável quando a intenção é realçar bastante as portas, como se fossem quadros, e não existirem mais outros elementos para disputar atenção com elas, como todos os outros móveis, paredes e acessórios da mesma cor entre si, diferentes apenas da porta.

Fonte: Dicas de Arquitetura

(www.dicasdearquitetura.com.br/qual-cor-usar-nas-portas-dos-ambientes/)

EVITE ERROS NA OBRA

Por Algás,

Por mais que se siga o protocolo de normas de obra, ainda assim pode acontecer erros. Quando isto acontece, o importante é procurar solucioná-los rapidamente.

Bom, por isso, hoje compartilharei alguns erros que são bastante recorrentes numa obra mas que, com alguns cuidados, podem ser evitados. Segue algumas dicas:

Torneira e bancada de banheiro – Lugar número 1 de erros. Muita atenção para o modelo da torneira, se ela é de bancada e como é o furo do ralo da bancada em relação à bica da torneira. O ideal é que a bica jogue a água no centro da cuba. Teoricamente isto é o óbvio, mas na pressa da obra muitos clientes esquecem ou mudam o tipo da torneira ou a cuba no meio do caminho sem avisar o arquiteto… E aí vem a confusão.

Granito, mármore e bancada – Ranking enorme de erros. A dica aqui é, além da medida fixada no projeto, exigir que a marmoraria faça a medição no local, assim se tem as medidas exatas mesmo que haja alguma imperfeição na parede. Mesmo com um projeto detalhado, muitas peças vão e voltam da obra por erros de medidas.

Marcenaria e micro-ondas – Para apartamentos pequenos, as cozinhas viraram um desafio e tanto e fica complicado encaixar todos os eletrodomésticos (que não são poucos). Muitas vezes, por falta de 2 cm, o micro-ondas pode não encaixar. Dica: tenha TODOS os eletrodomésticos comprados para instalar a marcenaria. Isto evita muitos erros.

Tomadas – Na dúvida, acrescente mais tomadas do que imagina. Com um estudo em planta baixa e um layout, fica mais fácil (maneira correta) de fazer esta previsão e quantificar as tomadas necessárias. Mas com o aumento do consumo parece que elas nunca são suficientes.

Pisos – Em geral, os problemas com pisos são raros. Apenas quanto ao caimento de água que é preciso ficar atento, em especial com ralos de boxes e varandas.

Fonte: Natalia Noleto
(http://www.natalianoleto.com.br/evite-erros-na-obra/)

COMO AMPLIAR ESPAÇOS PEQUENOS

Por Algás,

Para decorar espaços pequenos, cada vez mais comuns nos dias atuais, podem ser utilizados alguns truques que geram sensação de amplitude:

– APROVEITE BEM AS JANELAS

Janelas e aberturas podem ser uma importante ferramenta para ampliar espaços, pois ela puxa a atenção para o lado externo, tornando-o parte do ambiente. Valorize este efeito deixando as molduras e caixilhos da mesma cor que a parede, eliminando assim contrastes que separem a vista da janela do restante do ambiente. Quanto menor forem os caixilhos, melhor. Para privacidade, instale cortinas ou persianas leves que possam ser totalmente abertas, e instale-as próximas ao teto, para que a janela pareça maior.

– UTILIZE MOBILIÁRIO MULTIFUNCIONAL

Móveis que se transformam são uma alternativa interessante e extremamente eficiente para racionalizar o uso dos espaços, já que utilizam uma mesma área para abrigar diferentes funções, dependendo do momento. Da mesma maneira, móveis soltos que podem ser utilizados com diferentes funções ou retirados do caminho quando necessário são também uma boa pedida.

– TOME CUIDADO COM PEÇAS MUITO GRANDES

É importante, ao planejar a ambientação, tomar cuidado com as proporções, pois elementos opostos ao perfil do local onde são inseridos geram contrastes que realçam essas características. Por exemplo, peças e móveis de dimensões reduzidas em espaços amplos parecem menores do que realmente são, e fazem o entorno parecer ainda maior. Portanto em locais pequenos é aconselhável que o mobiliário em geral seja também de pequeno porte, e boa parte deles com visual mais leve, apenas contrastando com um ou outro móvel mais encorpado. Isso é conveniente também por uma questão óbvia de economizar espaço onde ele já não é tão abundante.

– UTILIZE POUCAS CORES

Em espaços pequenos, qualquer excesso de informação pode ser prejudicial. E as cores são, cada uma delas, uma informação diferente. Sendo assim, o ideal é criar uma base neutra, de tom claro para não sobrecarregar, ou então dar preferência para apenas uma cor, de maneira a deixá-la bem marcada no ambiente. Pelo mesmo motivo, é interessante utilizar revestimentos lisos ao invés de estampas, pois estas representam também maior quantidade de informação visual. E ao contrário do que é dito muitas vezes, não é necessário que todas as cores sejam claras para o ambiente ficar com sensação ampla. Na verdade, as cores claras devem ser predominantes, mas cores escuras no fundo dos móveis, nas paredes atrás de móveis mais claros ou em paredes isoladas podem criar ilusão de profundidade, fazendo com que o ambiente pareça maior.

– DESENCOSTE OS MÓVEIS DAS PAREDES

Por mais que pareça contraditório e fora da tendência automática, o mobiliário desencostado das paredes cria uma leveza que tem como efeito principal a ilusão de amplitude. Portanto, sempre que possível, fuja daquela primeira ideia que vem à mente, de encostar cada móvel em uma parede, e aproveite melhor o espaço central dos ambientes. Áreas vazias são importantes para dar ideia de liberdade.

– FAÇA O AMBIENTE PARECER MAIS ALTO

Utilize recursos e elementos que voltem a atenção para o alto, tais como painéis, molduras de teto, elementos verticais como espelhos ou quadros. Isso faz com que as diferentes dimensões   sejam valorizadas, e com isso os limites horizontais ficam menos evidentes.

– USE ESPELHOS, MAS CAUTELOSAMENTE

Espelhos são um recurso conhecido para ampliar espaços, e são eficazes porque dão a sensação de eliminarem a superfície onde são inseridos. Por isso, para que o resultado esperado seja realmente alcançado, eles devem ser posicionados em locais estratégicos, e de preferência encostados em móveis ou outras paredes, dando idéia de continuidade. É importante também que eles sejam utilizados com moderação, pois o excesso de espelhos pode gerar um impacto visual de labirinto, especialmente quando dispostos de frente uns para os outros.

– LIBERE O TETO E O PISO

Da mesma maneira que paredes livres geram leveza e consequente sensação de espaço, o mesmo vale para o teto e para o piso. Portanto uma boa dica é não encostar o topo dos armários no teto, e utilizar, quando possível, móveis suspensos.

– FAÇA AS PAREDES PARECEREM MAIS LARGAS

Quando uma parede fica com painéis, janelas ou móveis encostados em pontos diferentes e sem nenhuma conexão entre si, ela fica parecendo recortada, como se fossem vários pequenos pedaços separados. Para fazer com que ela pareça mais larga, portanto, basta usar peças mais largas e que integrem todos os elementos contidos na parede, destacando assim a sua largura total.

Fonte: Dicas de Arquitetura

(www.dicasdearquitetura.com.br/como-ampliar-espacos-pequenos/)

Confira dicas para planejar uma cozinha funcional

Por Algás,

Por que planejar bem a cozinha?

A cozinha é um dos espaços mais utilizados em uma residência. Cada vez mais tem sido integrada à sala e vem ganhando status social, devendo ser não apenas funcional, mas bela.

Pensar sua posição na planta e detalhes funcionais, como iluminação e ventilação, evita dores de cabeça e traz conforto e qualidade de vida. Confira nossas dicas para acertar no seu planejamento!

Posição na Planta

Ao construir o ideal é setorizar os ambientes, dividindo-os em social, serviço e privado. A cozinha normalmente encaixa-se como serviço, mas considerando seu uso integrado à sala de jantar, torna-se também social, exigindo organização e estética adequada para este propósito: receber visitas.

Normalmente ela tem ligação com a lavanderia, já que muitos dos produtos utilizados em uma, são também usados na outra (produtos de limpeza, vassouras, rodos…).

A cozinha deve estar próxima da sala de jantar (facilidade de acesso levando panelas e utensílios diversos), ter acesso fácil a partir do ponto de chegada das compras (garagem) e torna-se agradável se tiver ligação (mesmo que apenas visual) com o jardim, inspirando os momentos de descanso.

Caso a cozinha seja fechada o ideal é que os quartos tenham acesso a esta por circulação separada da sala para que não seja necessário passar por esta área social ao se dirigir a ela.

Não faça degraus entre a cozinha e a sala de jantar, pois poderá causar acidentes (ao carregar panelas e pratos de um ambiente para o outro).

Distribuição esquemática das áreas de uma casa. Em muitos casos a sala e a cozinha são integradas e neste caso ambas são áreas sociais. Fonte: Portal Clique Arquitetura.

Piso

Ao escolher o piso opte por tipos que possuam pouca porosidade (impermeáveis), evitando assim o acúmulo de sujeiras como a gordura. Deve ser resistente à água e, caso prefira, pode optar por um modelo antiderrapante, evitando escorregões e acidentes.

Escolha materiais que permitam um rejunte menor (reduzindo a área permeável e sujeita a manchas por sujeiras). O porcelanato, por exemplo, tem peças maiores e exige um rejunte com pelo menos a metade da espessura da cerâmica que geralmente é de 5mm.

Quanto à escolha da cor procure aqueles de tonalidade clara para que transmita a sensação de limpeza. Cuidado com os pisos mais brancos, já que sempre haverá alguma sujeira e o rejunte poderá ficar muito marcado (alguns tipos de cozinha ficam bem com pisos escuros – a escolha dependerá do conceito do projeto).

Para saber como escolher os revestimentos cerâmicos, leia: Cerâmicas: Como Escolher.

Iluminação

A cozinha deve ter iluminação externa direta. Valorize a iluminação natural: é econômica (sustentável), possui ótima qualidade de luz para a realização das tarefas e por ser confortável visualmente influencia positivamente o estado emocional das pessoas.

A janela deve ter uma boa área para que permita a entrada de luz e ventilação, devendo ter uma área mínima igual a 1/8 da área da cozinha (padrão retirado do anexo III do decreto 212/2007 que regulamenta as edificações do Município de Curitiba).

Iluminação artificial: lâmpadas fluorescentes geram luz adequada para a realização das tarefas e também economia de energia. Lâmpadas dicróicas (halógena) possuem alta eficiência e podem ser utilizadas para gerar destaque em determinados pontos focais e também para facilitar o trabalho sobre as bancadas, já que a qualidade da luz que emitem permite uma reprodução adequada das cores e um trabalho mais minucioso ao lidar com os alimentos.

Luz direta, embutida nos móveis, valorizando a bancada e favorecendo o preparo dos alimentos, já que a lâmpada dicróica possui boa reprodução de cores. Fonte: Portal Clique Arquitetura.

Ventilação

Ventilação Natural: como a cozinha é um espaço que lida com vapores e odores deve ser ventilada e ter uma área mínima de 1/16 da área total do ambiente (padrão retirado do anexo III do decreto 212/2007 que regulamenta as edificações do Município de Curitiba).

Pontos Elétricos

Planeje uma tomada para cada eletrodoméstico (com circuito independente): fogão, coifa/depurador de ar, microondas, forno elétrico, geladeira, freezer, lava-louças. De acordo com o equipamento veja se esta tomada deverá ser baixa (30cm de altura), média (1,10m de altura) ou alta (2,20m de altura). Faça este planejamento antes de colocar os revestimentos das paredes para evitar ter de quebrar posteriormente. Exemplo: Escolha o modelo de fogão que irá utilizar para saber onde colocar seu ponto de energia. No caso do fogão embutido é aconselhado ter o ponto de energia posicionado na lateral do fogão.

Analise quantos outros itens você possui em sua cozinha e com que frequência os utiliza. Assim reserve uma tomada sobre a bancada para liquidificador/cafeteira e pelo menos outra para qualquer outro equipamento que venha a utilizar.

Evite o uso do “benjamin” (“tomada T”) para ligar vários equipamentos em uma mesma tomada, pois isso pode vir a causar curto circuitos pelo excesso de carga.

Pontos Hidráulicos

É importante ter um projeto hidráulico e segui-lo. Planejar os pontos de água/esgoto (pia, máquina de lavar louças…), estar atento à qualidade dos registros e torneiras evita que futuramente o morador tenha incômodos com infiltrações.

Ter um projeto hidráulico e saber onde passa o encanamento evita problemas como o rompimento da tubulação ao se fixar um móvel, um quadro… na parede da cozinha.

Se for instalada tubulação de água quente pode-se optar por canos de cobre que são uma boa opção por sua durabilidade e eficiência.

Ao comprar um imóvel semi-acabado verifique a altura da entrada do ponto de água da torneira, o qual deve estar a uma altura de no mínimo uns 10 cm da posição da bancada, para que não haja problemas na colocação do tampo da pia.

Dica: sempre consulte o guia de instalação de equipamentos como “máquinas de lavar-louças” e “filtros de água” para saber as medidas indicadas para sua correta instalação.

Ponto de Gás

A posição do ponto de gás interfere diretamente na posição do fogão. Há uma distância máxima em função da mangueira de abastecimento do gás, mas no geral sua localização não poderá ser alterada muito depois de definido. Por tanto, se você pretende ter uma coifa de ilha, por exemplo, esteja atento a este detalhe: o ponto de gás deverá vir pelo piso até o local.

O posicionamento do ponto de gás deve ser de fácil acesso, para que, caso seja necessário, seja fechado ou desligado rapidamente (NBR 13932).

Móveis

Faça um sóculo (base de alvenaria que pode ser revestida pelo mesmo material do tampo ou do piso) para que os armários fiquem longe da umidade do chão, ou faça armários suspensos. Simplesmente pintar o sóculo pode exigir manutenção constante já que ficará sujo com facilidade (batida de sapatos e de equipamentos de limpeza como rodos e vassouras).

A altura do sóculo pode variar, desde os mais altos com 18 cm aos mais baixos com 5 cm (valores apenas de referência). Já a largura varia em função dos móveis escolhidos, em geral o sóculo possui 8 a 10 cm de largura a menos que os móveis inferiores (espaço para a ponta dos pés), ou seja, se o móvel inferior tiver 60cm de profundidade, o sóculo terá 52 ou 50cm.

Fonte: Clique Arquitetura
(www.cliquearquitetura.com.br/artigo/cozinha-aspectos-construtivos.html)

Informações Gerais

Por Algás,

A gerência comercial da Algás disponibiliza todas as informações necessárias e uma consultoria permanente para que o seu projeto arquitetônico seja compatível com as soluções de gás natural, sem perder a beleza e originalidade.
Oferecemos orientação técnica sobre instalações prediais de gás, esclarecendo normas relacionadas ao uso do gás canalizado e sugerimos novas aplicações deste combustível, usando ao máximo o seu potencial.
Abaixo algumas dicas para seu projeto aproveitar todas as vantagens do gás natural.

A valorização do imóvel que possui aquecimento com gás natural já é sentida no mercado imobiliário local, configurando o crescimento de construções que utilizam este energético com esta funcionalidade.

Tipos de aquecedores

– AQUECEDOR DE PASSAGEM: A depender do modelo, produz quantidade de água quente suficiente para vários pontos simultâneos. É o modelo mais indicado para casas e apartamentos;
– AQUECEDOR DE ACUMULAÇÃO: Ideal para mais de 03 pontos de água em funcionamento simultâneos. É indicado para locais que consomem maior volume de água, como hotéis e academias;
– AQUECIMENTO SOLAR COM APOIO A GÁS: Todo sistema de aquecimento solar tem a necessidade de uma fonte de energia auxiliar para dias chuvosos, nublados, noite e aumento no consumo de água em época de veraneio. Utilizando aquecedores a gás em detrimento de resistência elétrica, o edifício não só utilizará de uma fonte mais barata como também mais limpa. Tendo em vista que resistências elétricas são os maiores consumidores de energia de um condomínio residencial, o uso de tecnologias a gás descarrega a rede elétrica e “desloca” a energia que seria utilizada para aquecimento de água para um uso mais nobre.

A eficiência do aquecedor está diretamente ligada ao uso correto do aparelho. O consumidor deve estar atento às recomendações do manual de uso, pensando nisso, a Algás criou o Guia do Bom Banho e o Manual do Consumidor. A instalação do aquecedor deve obedecer às recomendações da NBR 13103.

Local de Instalação

· A instalação dos aquecedores deve obedecer aos requisitos da recomendação da NBR 13103;
· Devem ser observadas as condições de ventilação mínima permanente, pois o queimador consome oxigênio do ambiente durante a combustão;
· Faz-se necessária a instalação de uma chaminé para exaustão dos gases de combustão.

Características da chaminé

· A chaminé pode ser individual, ou seja, uma por apartamento, ou coletiva, sendo apenas uma para todo o prédio. Em ambos os casos existem métodos contidos na NBR 13103 para o correto dimensionamento da mesma;
· A chaminé sempre deve permitir a retirada dos gases de combustão para uma área externa.

Localização dos medidores individuais de gás natural

· Os medidores individuais podem ser instalados nos seguintes pontos:
· Hall de entrada dos apartamentos nos andares do edifício, com ventilação para o exterior da edificação;
· Shaft: desde que tenha aberturas (superior e inferior), permitindo ventilação permanente e sem dividir o mesmo espaço com a tubulação de energia elétrica;
· Pilotis ou Subsolo ventilado: permitindo direcionar uma tubulação das caixas dos medidores até os pontos de utilização.
OBS.: O faturamento individual realizado pela Algás somente será feito em medidores instalados no Pilotis ou Subsolo Ventilado condicionado à existência de portaria.
Conheça melhor os usos do Gás Natural, entre em contato com nossa equipe através do 117 e esclareça suas dúvidas. A Algás presta consultoria técnica gratuita a usuários e futuros usuários. Basta apresentar o projeto arquitetônico ou solicitar uma visita.